domingo, 28 de abril de 2013

Pratos Típicos


Receita

Midar-Sin
Origem: Timor Leste

Ingredientes:
- 300g de Tamarindo
- 4 colheres de sopa cheia de açúcar
- 1 cebola branca média
- 1 cebola roxa média
- 1 kg de carne suína (exemplo: carré, pernil)
- vinagre (a gosto)
- capim limão a gosto (usar o talo)
- molho de Soja a gosto (shoyo)
- sal (a gosto)
- pimenta (a gosto)

Modo de Preparo:

1 - Colocar a tamarindo de molho em um pouco de água e deixar descansar por algumas horas até formar um suco bem consistente
2 - Peneirar e acrescentar o açúcar a gosto (vira um molho levemente adocicado)
3 - Juntar a carne suína com os demais ingredientes, levar ao fogo com um pouco de água (fica quase sem molho)
4 - Esperar a carne ficar ao ponto e acrescentar o molho de tamarindo e os talos de capim limão
5 - Deixar ao fogo por 10 minutos e desligar
6 – Degustar

Bebinca de Timor

Ingredientes:
6 dl de leite de coco
12 ovos
3 colheres de sopa de manteiga
250 grs de açúcar
2,5 dl de água
250 grs de farinha de trigo sem fermento

Confecção:

Batem-se muito bem a farinha com as gemas.
Leve um tacho ao lume com a água, o açúcar e a manteiga até levantar fervura.
Retira-se do lume e adicione o leite de coco. Deixa-se arrefecer.
Junte a farinha e as gemas ao preparado de leite, misturando muito bem para ligar.
Deita-se uma porção de creme em uma forma redonda bem untada com manteiga e leva-se ao forno com gratinador a cozer.
Assim que esteja cozido, deita-se outra camada de creme e assim até acabar o creme.
Fica com 5 camadas no total.
Depois de cozido retira-se e desenforma-se.
Sirva cortado em triângulos.

Vau-Tan

Ingredientes:

Para o recheio:
30 grs de rebentos de soja
1 cebola
250 grs de carne de vaca ou outra picada estufada
2 colheres de sopa de molho de soja
sal q.b.
5 colheres de sopa de óleo


Para a massa:
2 ovos
250 grs de farinha
água q.b.
óleo q.b.


Para o molho:
2 limões
8 dentes de alho
1 dl de molho de soja
sal q.b.
piripiri q.b.

Confecção:

Primeiro o recheio:
Num tacho leva-se ao lume o óleo e a cebola picadinha. Deixa-se refogar um pouco até a cebola alourar.
Junta-se a carne picada, o molho de soja, os rebentos de soja e tempera-se com sal e pimenta. Misture tudo muito bem.

A massa:
Mistura-se a farinha com os ovos e amassa-se muito bem.
Adicione golinhos de água e amasse até formar uma massa consistente.
Estende-se com o rolo o mais fino possível e corta-se aos quadrados. Põe-se no canto de cada quadrado uma colher de chá de recheio. Enrola-se sobre o recheio e unem-se as duas pontas, que se molham com água para colar.
Fritam-se em óleo quente.
Sirva com o molho.

O molho:
No almofariz pisam-se o sal e os dentes de alho. Adicione o sumo dos limões e o molho de soja.
Tempera-se com piripiri.


Pisang Goreng

Ingredientes e quantidades

· 100 g de farinha de trigo
· 50 g de açúcar
· 1 ovo 
· 5 bananas maduras
· 1 chávena de leite
· Óleo para fritar
· Canela em pó (opcional)

Preparação


1. Num recipiente, fassa uma massa cremosa batendo o ovo, o açúcar e a farinha de trigo. Adicione leite e continue mexendo até a mistura ficar consistente e sem caroços. Reserve.

2. Corte as bananas com o formato e tamanho pretendidos. Envolva cada pedaço na mistura do preparado anterior e leve a fritar numa frigideira com óleo.

3. Sirva quente polvilhada com canela em pó.

Celebridades

Presidente do Timor leste



Taur Matan Ruak, o novo Presidente timorense


Alan Leandro


Alan Leandro da Silva Pinheiro (14 de Janeiro de 1989) É um futebolista brasileiro naturalizado no Timor Leste. Ele atua comoAtacante do Timor Leste[1], e atualmente joga no Dili United FC.

Pontos Turisticos


Cristo Rei de Díli

Cristo Rei de Díli é uma estátua de Jesus que mede 27 metros e está situada sobre um globo terrestre na cidade de Díli, Timor-Leste. Foi projetada por Mochamad Syailillah, conhecido como Bolil. A estátua foi oficialmente inaugurada por Suharto em 1996 como um presente do governo da Indonésia ao povo timorense, tornando-se um dos mais importantes pontos turísticos em Timor-Leste.

A estátua está situada na península de Fatucama com Cristo mirando o oceano. Pode ser alcançada subindo-se uma escadaria de quinhentos degraus.


Bandeira

A Bandeira de Timor-Leste foi adotada em 2002. É a mesma que a bandeira de 1975.
À meia-noite do dia 19 de Maio e durante os primeiros momentos do Dia da Independência, em 20 de Maio de 2002, a bandeira das Nações Unidas foi baixada e a bandeira de um independente Timor Leste foi erguida.

Segundo a Constituição da República Democrática de Timor Leste, o triângulo amarelo representa "os traços do colonialismo na História de Timor-Leste". O triângulo preto representa "o obscurantismo que precisa ser superado"; a base vermelha da bandeira representa "a luta pela libertação nacional"; enquanto a estrela, ou "a luz que guia", é branca para representar a paz.


Hino Pátria


Pátria (hino)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Pátria é o hino nacional da República Democrática de Timor-Leste. Com letra de Francisco Borja da Costa e música de Afonso Redentor Araújo, foi composto em 1975 e usado pela primeira vez no dia 28 de dezembro do mesmo ano, quando Timor Leste declarou-se unilateralmente independente de Portugal. O país foi invadido pela Indonésia em 7 de dezembro de 1976 e Francisco Borja da Costa foi morto no mesmo dia. Foi declarado hino nacional no dia independência da Indonésia (20 de maio de 2002).

A letra é somente em português, pois ainda não há uma versão em tétum, a língua nacional e co-oficial do país.

Pátria

Pátria, Pátria, Timor-Leste, nossa Nação.

Glória ao povo e aos heróis da nossa libertação.

Pátria, Pátria, Timor-Leste, nossa Nação.

Glória ao povo e aos heróis da nossa libertação.

Vencemos o colonialismo, gritamos:

Abaixo o imperialismo.

Terra livre, povo livre,

Não, não, não à exploração.

Avante unidos firmes e decididos.

Na luta contra o imperialismo

O inimigo dos povos, até à vitória final.

Pelo caminho da revolução.

Recursos Naturais

  Apesar das inerentes desvantagens econômicas com que Timor Leste se deparou, é necessário ter em consideração as eventuais vantagens que poderão ainda surgir, apesar de ser impossível quantificá-las em termos precisos nesta fase. Timor Leste possui dotes de recursos naturais adequados que incluem os recursos minerais e agrários. Tal como é exposto no quadro da presente página, o ouro, o cobre e o ferro constituem os minérios mais conhecidos que se sabe existirem em Timor Leste. Entre as demais matérias-primas não minerais estão o mármore, o barro (vermelho e branco), a bentonite, a rocha magmática, a pedra de liós cristalina e muitos mais. É necessário proceder a mais pesquisas, por forma a determinar a viabilidade destes recursos não cobertos na pesquisa anterior. Poderá valer a pena explorar algumas destas matérias-primas para consumo interno, especialmente no que diz respeito à reconstrução das habitações e instalações públicas. Foram encontrados jazidas tanto de petróleo bruto, como de gás natural no Mar de Timor. As reservas do restante petróleo existentes na área foram calculadas em, pelo menos, 1,05 biliões de barris de petróleo, gás de petróleo condensado e líquido (disponível em http://www.nt.gov.au/ord). As receitas provenientes do petróleo e gás existentes no Timor Gap poderão ter um impacte positivo (ou negativo) bastante forte sobre o desenvolvimento econômico em Timor Leste, em função dos resultados das negociações a decorrer presentemente.

Para além disso, o café tem sido o bem mais fiável de Timor Leste desde os finais do século XIX e o país é já conhecido há muito pela elevada qualidade do seu café orgânico. Mais de 90% dos rendimentos das exportações totais de Timor Leste provêm do café (ver quadro da página seguinte). A produção poderia ser expandida em 60% nos distritos onde o café é cultivado a médio e longo prazo, por forma a garantir uma produção excedente.

A pesca costeira constitui também um potencial considerável, apesar da presente exploração ser baixa. Por exemplo, de um potencial de produção marítima calculado em 600.000 toneladas por ano, apenas são recolhidos menos de 1%, proporcionando um rendimento de aproximadamente 200 quilos por pescador (Brahmana e Emmanuel 1996:53). Independentemente dos produtos agrícolas, o desenvolvimento do turismo ecológico pode significar uma importante fonte de captação de receitas em divisas e de emprego para Timor Leste.

Moeda

  A moeda nacional de Timor-Leste é o dólar dos Estados Unidos da América (USD), sendo aceites em todos os pagamentos quer as moedas metálicas quer as notas emitidas pelo sistema monetário daquele país.

  No entanto, a partir de 10 de Novembro de 2003 a Banco Central de Timor-Leste colocou em circulação moedas metálicas denominadas "centavos" cunhadas especialmente para uso no país. Foram cunhadas até ao momento para circulação corrente moedas das cinco (5) denominações abaixo identificadas com as eras (datas) de 2003, 2004, 2005 e 2006 (neste último ano não foram cunhadas moedas de 1 centavo).

  Os centavos são equivalentes aos "cents" norte-americanos sendo convertidos neles (e em dólares) à taxa de 100 centavos = 100 "cents".







Economia do Timor



Economia de Timor-Leste

Moeda 
Dólar americano

Ano fiscal 
Ano calendário

Blocos comerciais 
Grupo dos 77, ASEAN

Estatísticas 

PIB 
10,63 mil milhões (2012) (152º lugar)

Variação do PIB 
10% (2012)

PIB per capita 
9 500 (2012)

PIB por setor 
agricultura 25,6%, indústria 18,1%,comércio e serviços 56,3% (2012)

Inflação(IPC) 
9% (2012)

População
abaixo da linha de pobreza

41% (2009)

Coeficiente de Gini 
0,319 (2007)

Força de trabalho total 
418 200 (2009)

Força de trabalho
por ocupação

agricultura 64%, indústria 10%, serviços 26% (2010)


Desemprego
18,4% (2010)


Principais indústrias
impressão, fabricação de sabão, artesanato, têxtil 

Exterior 

Exportações 
18 milhões (2011)

Produtos exportados 
café, sândalo, mármore

Principais parceiros de exportação 
Estados Unidos, Alemanha,Portugal, Austrália, Indonésia(2010)

Produtos importados 
alimentos, gasolina, querosene, máquinas

Principais parceiros de importação 
Indonésia, Singapura, Austrália,Japão, Vietname, República Popular da China, Portugal,Tailândia (2010)

Dívida externa bruta 
N/D

Finanças públicas 

Receitas
1,7 mil milhões (2012)

Despesas 
1,7 mil milhões (2012)


Timor-Leste, geralmente tido como um dos países mais pobres do mundo (o mais pobre é Serra Leoa), enfrenta uma série de problemas em sua tentativa de reconstruir sua economia após a devastação infligida sobre o país após a independência. Um decréscimo na ajuda internacional levou a uma contração do PIB durante o período de 2002 a 2004. Sob liderança internacional, muito do setor de agricultura timorense de razoável eficiência foi convertida de colheitas de subsistência para colheitas de renda em uma tentativa de criar uma economia orientada para a exportação. Essa opção tem falhado devido aos baixos preços do mercado internacional nas culturas escolhidas para a exportação como café, que enfrenta uma baixa de 20 anos. Por causa dessa política e sentindo a falta de suas antigas colheitas de subsistência, o Timor Leste começou 2005 com uma ausência crônica de alimentos. Algo em torno de 70% de sua população passa fome em diversos níveis e houve pelo menos 58 casos confirmados de morte por inanição.

Em paralelo a essa contração do PIB, os preços ao consumidor cresceram em 4 a 5% em 2003/4. Estima-se que 50% da população está desempregada.

Esperanças de um futuro melhor estão depositadas no desenvolvimento da exploração de reservas de petróleo no oceano que já rende ao governo mais de US$ 40 milhões anuais de renda, e o sucesso na exportação de produtos da agricultura. O PIB está previsto para crescer em 3% em 2005.

Linguás do Timor Leste

  De acordo com a Constituição do país, o tétum é "língua nacional" de Timor-Leste, de origem malaio-polinésia com profunda influência da língua portuguesa, com a qual partilha o estatuto de "língua oficial". Existem mais quinze "línguas nacionais" em Timor Leste: ataurense, baiqueno, becais, búnaque, cauaimina, fataluco, galóli, habo, idalaca, lovaia, macalero, macassai, mambai,quémaque e tocodede.
À língua indonésia e ao inglês é reconhecido apenas o estatuto de "línguas de trabalho em uso na administração pública a par das línguas oficiais, enquanto tal se mostrar necessário", segundo reza o artigo 159.º da Constituição da República Democrática de Timor-Leste. Mercê de fluxos migratórios de população chinesa, o mandarim, o cantonês e, principalmente, o hakka são também falados por pequenas comunidades. A ilha de Timor foi, primeiramente, povoada pelos povos papua, cerca de 7000 a.C., e pelos povos austronésicos, aproximadamente 2000 anos a.C., tendo, posteriormente, sido abordada por outros povos em migração entre a Ásia e a Austrália e os arquipélagos do Pacífico. A diversidade geográfica da ilha, as guerras internas entre povos e a consequente integração de subgrupos em outros grupos étnico-linguísticos provocaram uma diversidade cultural e linguística no território, de tal forma que, hoje, dificilmente se podem identificar e territorializar os diferentes grupos étnicos. Um único grupo pode atualmente falar até cinco línguas diferentes, da mesma forma que uma mesma língua pode constituir a forma de expressão de vários grupos étnicos. Se atendermos apenas às características linguísticas dos povos, são reconhecíveis cerca de 20 grupos principais em Timor-Leste e um número mais reduzido de dialectos.
  A grande maioria das línguas timorenses filia-se na família austronésica, ou malaio-polinésia, muito provavelmente difundida graças à ocupação proto-malaia da Insulíndia e ilhas do Pacífico. Outras línguas, como o búnaque, o fataluco e o macassai possuem, provavelmente, raízes nas línguas papuas.
  A necessidade de comunicação entre povos, especialmente com fim a trocas comerciais, originou, ao longo dos tempos, a eleição de línguas francas. É neste sentido que deve ser compreendida a expansão do tétum, língua original dos Belos, divulgada pela sua conquista da parte leste da ilha de Timor.
  Naturalmente, a evolução linguística e as diferentes ocupações do território têm vindo a provocar o desaparecimento de algumas línguas, absorvidas por outras de maior expressão ou reduzidas a minorias circunscritas. Desde meados do século XX até hoje, as principais línguas timorenses têm mantido uma percentagem de falantes semelhante ou manifestado uma tendência para a diminuição, como é o caso do tocodede e do quémaque. Apenas o tétum manifesta uma tendência para crescer, sabendo-se, inclusive, que, não obstante o facto de apenas 23% da população atual o considerar como primeira língua, mais de 80% da população o utiliza como a sua língua veicular.

Distribuição das línguas pelo território
  Em termos territoriais, à exceção do tétum, que se difunde numa área mais vasta mas descontínua, as línguas de Timor-Leste possuem uma expressão bem demarcada na ilha. No Oecusse a principal forma de comunicação é o baiqueno, língua original dos atoni, povo de Timor indonésio, prevendo-se a sua continuidade linguística devido ao isolamento do enclave. Ainda assim, o tétum já é falado por uma percentagem significativa da população.
  Junto à fronteira com a Indonésia, a situação é de heterogeneidade. No sul, em Cova Lima, predomina o tétum, e no interior, em Bobonaro, o quémaque e o búnaque misturam-se.

Esta diversidade linguística é quebrada pela homogeneidade linguística dos distritos de Liquiçá e Díli e da zona do interior montanhoso. Em Liquiçá toda a população fala tocodede e em Díli alíngua franca venceu como meio de comunicação. Nas montanhas é o mambai que se afirma como língua principal, estendendo-se até à costa sul do território, entrando pelos distritos de Ainaroe Manufahi. O mambai é ainda hoje a língua materna mais falada em todo o território, representando grupos étnicos variados.
  No distrito de Manatuto são quatro os idiomas falados, com áreas de difusão claramente demarcadas: no norte fala-se o galóli, no centro o habo e no sul o tétum. Ainda que, percentualmente, o galóli não seja dos principais dialectos do país, ele assume alguma importância em Timor-Leste, na medida em que foi adoptado pela Igreja neste distrito e, por isso, fixado em gramáticas e dicionários.
  Nos distritos de Baucau e Viqueque predomina o macassai como forma de expressão, ainda que não corresponda a um grupo étnico único, comunicando-se também em tétum nos subdistritos mais ocidentais.
  A chamada "Ponta Leste" é globalmente dominada pelo fataluco, ainda que na sua costa sul e na fronteira com Viqueque, se encontrem outras línguas com menor expressão.